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terça-feira

Conto Erótico - UMA DOCE MENINA - a primeira vez



ELA TINHA A FACE PORCELANÍDEA QUE SE RUBORIZAVA AOS MENORES DESCUIDOS. UM OLHAR LÂNGUIDO QUE SE ESPARRAMAVA EM SORRISO.

ERA UMA DOCE MENINA. BONEQUINHA DE QUEIXUMES PRINCIPESCOS.

NÃO SE VIA NELA O ESPÍRITO DE MENINA VADIA.

COSTUMAVA FREQUENTAR UM CANTO SOMBRIO ONDE A TARDE PROJETAVA SUA LUZ POR SOBRE O ROSEIRAL REMANESCENTE DE UM QUINTAL ABANDONADO.

DUAS COXAS BEM PRODUZIDAS ENFILEIRAVAM-SE SOBRE O TÊNUE TECIDO DE SUAS VESTES PRIMAIS. MERGULHAVAM-SE DESPROVIDAS DE INTUITO DE SE FAZEREM NOTADAS, ENTRE AS SAIAS DE UM MARINHO ESCURO, BORDEADO DE FLORES AZUIS.

ESSA MENINA, QUE MAIS PARECIA UM QUADRO PINTADO, POR UM ARTISTA ADAMASCADO, NÃO NUTRIA EM SI A PROSA DE UMA DAMA DA CIDADE. AFETA ÀS COISAS MUNDANAS E TRANSITÓRIAS. ELA MAIS QUE QUERIA VIVER SUA PRÓPRIA HISTÓRIA. UMA HISTÓRIA SEM FINAL. POIS BEM SABIA QUE FINAL FELIZ NÃO TERIA.

VEZ OU OUTRA VISITAVA OUTROS QUINTAIS. BUSCAVA DOCES FRUTAS, FLORES VISTOSAS PARA SUA CASA ENFEITAR.

ÍA E VINHA NAS MANHÃS E TARDES QUE AQUIETAM AS CIDADES RURAIS PISANDO LEVE, COM SEUS PÉS DESCALÇOS, EMOLDURADOS POR UNHAS ROSEADAS BEM CORTADAS.

TODOS VIAM AQUELES PÉS COMO DOCES FIGURAS DE MIMOS DE NATAL.

ELA ERA TODA MENINA...

E COMO UMA BOA MENINA, TRANQUILIZAVA-SE NAS RAMAS SECAS DOS VELHOS PARREIRAIS...ONDE SONHAVA E OS SONHOS NÃO CONTAVA.

COMO EM TODA CIDADE, MALDADE HÁ. VELAVAM-SE POR LÁ QUE A TAL MENINA DOCE NÃO EXISTIA DE FATO. ERA SÓ UM FANTASMA QUE POR ALI RONDAVA. É QUE NÃO SE CREEM QUE EXISTA NO MUNDO MENINA COMO ESSA. DE LINGUAJAR SUAVE, SEM PINTURA NA FACE, DE BOCA ROSADA, QUE ANDA NA VIDA DESCALÇA...

VEZES OUTRAS COSTUMAVA SOLTAR-SE EM DANÇAS NÃO ENSAIADAS.

SUAS SAIAS RODEAVAM O AR NO BAILADO A QUE SE ENTREGAVA.

NESSES MOMENTOS BREVES, OLHARES INQUIETOS TRAFEGAVAM ATREVIDOS A ESPIAR POR ENTRE AS PREGAS E SAIOTES O QUE POR BAIXO A DOCE MENINA DOCE USAVA.

UNS ATÉ APOSTAVAM QUE NEM CALCINHA TERIA. ALGUNS DIZIAM QUE DE SEDA E BABADOS ELA SE VESTIA...

O CERTO ERA QUE POR ENTRE SUAS VESTES NOTAVA-SE A VOLÚPIA DA METAMORFOSE. E ESSA METAMORFOSE ERA QUE A DEIXAVA MAIS FORMOSA.

MOÇOILOS DE RUA A QUERIAM. COBIÇAVAM SEUS QUITUTES. CHEIRAVAM SUAS ATITUDES. OS IDOSOS SE RIAM, IMAGINAVAM CENAS INESCRUPULOSAS DIGNAS DE BACANAIS REAIS. E ELA SEGUIA, DISTANTE DO QUE SE PENSAVAM DELA.

EM TODA A HISTÓRIA TEM SEMPRE UM PONTO ONDE O LIMITE ENTRE O SONHO E O REAL SE INTERPÕE NUM LÁPSO DE TEMPO.

AQUI, NESSA HISTÓRIA TAMBÉM ISSO VEIO ACONTECER.

AQUELA MENINA DOCE, TEVE UM DIA INAUGURAL.

ERA UMA TARDE GOSTOSA, NADA DE VENDAVAL. UMAS FOLHAS SECAS E CASTANHAS ROLAVAM PELAS RUAS ACOMPANHADAS DE PERTO PELO SOL DOURADO. ERA FINAL DE TARDE...

NA SOMBRA QUE COBRIA O PARREIRAL UMA FIGURA SE ESCONDIA.

BEM PARECIA QUE NADA FAZIA. ALI, A ESPREITA, COMO UM BOM ANIMAL, NÃO DEIXAVA TRANSPARECER QUE O MOMENTO SE APROXIMAVA. O ATAQUE FINAL!

ENQUANTO A MENINA DOCE PISAVA O CHÃO SALPICADO DE FOLHAS SOLTAS, CAÇANDO SUAS BORBOLETAS SOMENTE PELO PRAZER DE TÊ-LAS ENTRE AS MÃOS, AQUELE MOÇO ALI ACOITADO A PERSEGUIA EM RESPIRAR AFOITO, SOMENTE PELO OLHAR...

QUANDO JÁ ABEIRAVA-SE DESSE LADO ONDE AQUELE ESTAVA, ELA, MENINA FORMOSA, GARBOSA, INOCENTE, SENTIU-SE ABRAÇADA.

NÃO NOTARA QUE A FIGURA QUERIA DELA SE APODERAR.

NÃO LUTOU, POIS BEM PENSOU QUE AQUELE MOÇO FORTE SOMENTE AMOR LHE DARIA.

ELE AVIDAMENTE BUSCOU, COM SUAS MÃOS VOLUMOSAS, OS SEIOS REDONDOS E BEM ACOMODADOS POR SOBRE A FINA CAMADA DE SEDA QUE EM BLUSA SE MOSTRAVA. ELA NÃO USAVA A PEÇA QUE CIRCULA MUITOS SEIOS DE OUTRAS MULHERES, O TÃO CONHECIDO: SOUTIEN. OS SEIOS DELA, LIVRES DE QUAISQUER APERTOS, SE PROJETAVAM ACESOS POR SOB A LEVEZA DA SEDA BRILHOSA DE TECIDO ROSA.

ELA INCLINADA CONTRA O PEITO DELE, DE COSTAS, NÃO IMAGINAVA A QUAIS DESVIOS DE CONDUTA ELE A LEVAVA.

ELA SOMENTE DEIXAVA-SE FICAR ALI ENCOSTADA. SENTINDO COISAS QUE NÃO TERIA SENTIDO OUTRORA, ENTÃO.

COM OS SEIOS SOB AS MÃOS POTENTES DAQUELE JOVEM, LOGO SENTIU EM SEU PESCOÇO O ROÇAR DA BARBA POR FAZER, A LÍNGUA ÚMIDA E PEGAJOSA QUE SE INFILTRAVA ENTRE SUA ORELHA E A DEIXAVA ARREPIADA. OS DEDOS ÁGEIS LOGO TIRARAM EM ABERTO OS DOIS REDONDOS SEIOS, DESNUDOS, VIRGENS, DE BICOS BEM ROSADOS E DESENHADOS COMO UMA CASTA FLOR QUE SE ENTREGA AO SOL DA BELA MANHÃ. ELA SE EMPINARA TODA. MEIO ENVERGONHADA, DESPIDA ASSIM, RUBORIZAVA-SE. NADA ERA COMUM PARA ELA AGORA. SENTIA COISAS QUE NÃO SENTIRA AO BUSCAR BORBOLETAS ESVOAÇANTES. UM QUÊ DE FALTA DE AR... PARECIA-LHE QUE SEUS PÉS VOAVAM POR SOBRE O CHÃO.

E COM VAGAR, SEM PRESSA, FOI-LHE TIRADA TODA A VESTE SUPERIOR, DERRAMANDO-SE AO SOLO ARENOSO DAQUELE DIA QUE PROMETIA GRANDES TRANSFORMAÇÕES NAQUELA MARIPOSA DO DIA.

NUM VAI E VEM SUAVE, ELE ESFREGAVA OS PULSOS SOBRE OS BICOS QUE SE EROTIZAVAM AO TOQUE, PERFEITOS COMO TODA A NATUREZA, SEM SE ATEREM A SE RECOLHEREM, EMBORA ELA AINDA ESTIVESSE CONSTRANGIDA DE TAL ATO QUE ERA SUBMETIDA. DEIXOU SEUS LÁBIOS ENTREABERTOS E QUE FORAM PREENCHIDOS PELOS DEDOS DAQUELE HOMEM, QUE A PENETRAVA COM VAGAR, RECONHECENDO-LHE A LÍNGUA PEQUENA, ENCOBERTA PELOS DENTES ALVOS DE MENINA. PARA LOGO DEPOIS SOBREPOR OS SEUS PRÓPRIOS LÁBIOS. ENGOLINDO-A NOS BEIÇOS ÚMIDOS, FAZENDO COM QUE A MENINA CONHECESSE O BEIJO, AFINAL.

NÃO SATISFEITO, COMO TODO ANIMAL ESFOMEADO, APALPOU-A POR TRÁS E PELA FRENTE. INVANDIU SUAS SAIAS E SAIOTES, LEVANTANDO-OS AO ALTO, SUBINDO E DESCENDO SUAS MÃOS VADIAS PELO VENTRE, VIRILHAS E BUNDA DA DOCE MENINA DOCE. PERCORRIA AS TRILHAS QUE SEUS BRAÇOS PODIAM... SENTIU A TEXTURA MACIA DAQUELA PELA ALVA, IMACULADA PELO TEMPO. NOTOU OS GRELOS MACIOS E BRINCOU COM ELES, ENCARACOLANDO-OS SOB SEUS DEDOS LONGOS POR VÁRIOS SEGUNDOS ANTES DE SE INTROMETER NO CANTO QUENTE ENTRE CADA LÁBIO VAGINAL. ENQUANTO ISSO ELE FAZIA, ELA AINDA DE COSTAS PARA O PEITO DELE, ALGO SE ERGUIA ENTRE OS DOIS E ELA NÃO SABIA O QUE ERA, MAS ENTENDIA QUE DEVIA SER A NATUREZA ESCREVENDO SUA HISTÓRIA NATURAL. ELA COMPREENDIA BEM ESSA HISTÓRIA OBSERVANDO OS ANIMAIS DOS VILAREJOS. OS DOCES CIOS QUE EM DETERMINADOS MESES INVADIA A POPULAÇÃO CANINA, OS CAVALOS, PÁSSAROS... SABIA EM SEU ÂMAGO QUE TERIA QUE SER ASSIM PARA A PRESERVAÇÃO DE UMA ESPÉCIE. ELE ESTAVA TODO MERGULHADO EM SEU TRABALHO ARTESANAL, POIS MEDIA CADA MANEJO EM QUE SUBMETIA SUA PRESA. POR ALGUNS MOMENTOS MOVIMENTOU OS SEUS QUADRIS NUM INDO E VINDO, ENCOSTANDO-SE E SEPARANDO-SE DAQUELA MENINA, DOCE MENINA DOCE. ENSAIANDO SUA DANÇA DA POSSE. E ELA MAIS SE RUBORIZAVA... TALVEZ AGORA NEM TANTO PELA VERGONHA...

NUM DADO INSTANTE, ELE A VIROU PARA SI E A OBSERVOU DETALHADAMENTE. COMO SE UM ARTISTA ESCULTOR TENTASSE PRESERVAR SUA ESTATUETA NA MAIS PROFUNDA MEMÓRIA.

RISCOU COM OS DEDOS MUITOS CAMINHOS NAQUELA PELE MACIA... RODEOU AS LATERAIS DOS SEIOS... DESCEU PELA CINTURA, INVESTIGOU O UMBIGO, ABAIXANDO-SE DEPOSITOU ALI O SEU BEIJO... DESCEU MAIS UM POUCO OS LONGOS DEDOS MASCULINOS E DESENHOU O TRIÂNGULO DA PÚBIS, PERSCRUTOU O SOM DE SUA RESPIRAÇÃO, O RÍTMO QUE O CORAÇÃO DELA BATIA ENQUANTO ELE ASSIM FAZIA. DESCEU COM AMBAS AS MÃOS PELOS QUADRIS, APALPANDO-OS DE ALTO A BAIXO. SEGUROU ENTRE AS MÃOS E O ROSTO AQUELAS COXAS ELEGANTES... AS BEIJOU, UMA POR UMA VÁRIAS VEZES... DEU LEVES MORDIDAS, RECOLHENDO BONS SINAIS DE QUE ESTAVA NO CAMINHO MAIS QUE CERTO.

COMO UM PRÍNCIPE DESCEU PELAS PANTURRILHAS, E AS BEIJOU LONGAMENTE, DESLIZANDO AMBAS AS MÃOS POR TODO O TRAJETO. ACOSTUMANDO-SE COM O CAMINHO QUE QUERIA PERCORRER MUITO MAIS VEZES...

CAIU SOBRE OS PÉS DESCALÇOS COM APALPADELAS E BEIJOS.

NOTOU UM RESPIRAR PROFUNDO DA DOCE MENINA DOCE.

ELA AGORA ESTAVA QUASE TODA ESCULPIDA PELAS MÃOS DAQUELE ARTESÃO. A OBRA ESTAVA QUASE TERMINADA...RESTAVA DESCER OU SUBIR AS SAIAS E CHEGAR À CALCINHA. OPTOU POR SUBIR AS SAIAS DELA.

COM SUAS MÃOS, PELAS LATERAIS, FOI ERGUENDO SUAVEMENTE O TECIDO. A CADA SUBIDA UM BEIJO ENTRE O LIMITE DA BARRA E A PELE MACIA.

SUA BOCA ESTAVA ÁVIDA, ESFOMEADA... MAS ELE SE MANTINHA CONTROLADO. QUERIA DEGUSTAR PARTE POR PARTE DESSA IGUARIA PRESTIMOSA. E ELE SABIA QUE ELA LHE SERVIRIA BONS QUITUTES...

A SAIA FOI LEVANTADA ATÉ A CINTURA DELA. E ELE CRAVEJOU-LHE A PÚBIS COM MUITOS BEIJOS.

O NARIZ TAMBÉM RECONHECIA OS DIVERSOS ODORES. E A CADA BEIJO MAIS RESFOLEGAVA A MENINA DOCE. ELE NOTOU QUE ELA FECHARA OS OLHOS COMO QUE A SENTIR MAIS PROFUNDAMENTE A SENSAÇÃO QUE TUDO ISSO LHE TRAZIA. ELE GOSTOU MUITO DO QUE VIU E SENTIU E RESOLVEU APROFUNDAR-SE NOS CONHECIMENTOS QUE AQUELE CORPO LHE FORNECERIA.

ABRIU OS PEQUENOS, GOSTOSOS E QUENTES LÁBIOS INFERIORES  DELA E METEU SUA BOCA, SORVENDO BEM DE LEVE CADA GOTA DA NATUREZA QUE ELA CEDIA.

NAVEGOU POR MOMENTOS QUE PARECERAM ETERNOS NESSAS ÁGUAS MORNAS, CALMAS AINDA.

ERGUENDO SEUS BRAÇOS, ABRAÇOU TODO O QUADRIL, SEGURANDO FIRME AS NÁDEGAS DELA, APERTANDO-AS FIRMEMENTE E PRENDEU SEU ROSTO INTEIRO DE ENCONTRO AQUELA ZONA PROTEGIDA QUE SUA PUBIS LHE DAVA. SUSPIROU...BEIJOU...SORVEU...LAMBISCOU...ENQUANTO PODIA... E NÃO MAIS PODENDO SE CONTROLAR, ERGUEU-SE, DESVENCILHOU-SE DE SUAS VESTES, ABRAÇOU FORTEMENTE A MENINA DOCE, BEIJANDO-A AVIDAMENTE NO PESCOÇO, SEIOS, BOCA, FACE, ORELHAS...

ABRIU CAMINHO POR ENTRE AS COXAS QUENTES DELA, SENTIU SEU CORPO TODO EROTIZADO, GRUDOU-SE FORTEMENTE A ELA, E A PENETROU... TÃO PROFUNDAMENTE QUE PODIA. UMA, DUAS, TRES VEZES...

RETIROU-SE  E ENTROU MUITAS VEZES DENTRO DELA... E ELA MAIS SE SOLTAVA...

ERA A FÊMEA PERFEITA...

UM ACASALAMENTO FENOMENAL... SEM MÁCULAS... PRÓPRIO DO INSTINTO CARNAL...

A DOCE MENINA DOCE AGORA ERA MULHER!


O APRENDIZADO ESTAVA SÓ INICIANDO...

(negra noite - 29/05/2012 -01:11h)


Embora todos tenhamos o nosso lado sexual sadio e ativo, isso não quer dizer que a poeta é devassa. A personagem é construída em base de conversas de banheiro feminino, momentos em comum com amigos/amigas/companheiros, que se falam de tudo, sem constrangimento. Peço que ao lerem ou deixarem os comentários nestes textos, percebam isso. Que são formas poéticas de se falar de sexo, somente. Não que a poesia em si é uma porta aberta para comentários maldosos ou Emails de cunho de interesse sexual real/virtual com a poeta.

*`•.¸.•´***`•.¸¸.•

Amigos poetas, escritores e afins


Peço a gentileza de não utilizar comentários "fortes", embora o texto seja repleto de emoções.

Nos comentários deixados, serão publicados os que trazem contexto de boa avaliação. Seja a favor ou contra.

Com isso evito torná-los tão particulares e que possam desviar a atenção ou causar desconforto a outros leitores  e ao amigo que se expôs.


(continua...)