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terça-feira

Conto erótico de Negra Noite - UMA DOCE MENINA - A loja do Seu Joaquim



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(continuação... veja os primeiros textos: "UMA DOCE MENINA - a primeira vez" e  "UMA DOCE MENINA- O segundo encontro")
links:
http://www.recantodasletras.com.br/contoseroticos/3693660
http://www.recantodasletras.com.br/contoseroticos/3712000



Era uma tarde quieta, dessas de uma cidade interiorana. Com ares de sol morno, vento acariciante, casas que parecem dormir.

A loja do Seu Joaquim era uma dessas típicas lojas de tecidos (armarinhos), com suas prateleiras de madeira envernizada em tom escuro,  envidraçadas, que subiam as paredes até o teto. Uma escada presa a uma armação auxiliava no momento que se queria atingir algo em um lugar fora de mão.

Seu Joaquim, um homem comum, que calculava uma soma em poucos segundos, sem uso de calculadora. O lápis apontando número por número e os olhos acompanhando cada um até chegar à somatória. E nunca errava nessa conta. Dinheiro para ele era sempre bem vindo!

Nessa tarde, a doce menina adentrou sua loja. Usava um vestido branco, de algodão. Ele bem conhecia aquele vestido, pois fora da sua loja que ele saíra. E também bem conhecia o comprador...

A doce menina olhava uns tecidos em rolos, passava os dedinhos por sobre cada um, como se fossem esmeraldas em suas mãos.

O tecido que a cobria, leve e transparente, que sob o escuro do interior da loja contrastando com o brilho da tarde lá fora, permeava se ver a silhueta daquela menina, por sob suas vestes.

Enquanto ela se perdia nas cores e flores dos vários tecidos e fitas, o Seu Joaquim não tirava os olhos daquela menina. Embebecido até, contemplava-a um tanto boquiaberto.

Notara que o vento que mexia a saia daquela menina somado ao claro da tarde emoldurava toda a forma redonda dela. Delineava os detalhes das coxas e nádegas, assim como os dos seios. Quanto melhor ela ficava de perfil, melhor se via essas formas.

Ele excitara-se atrás do balcão. Estava inquieto e suas mãos precisavam tocar a sua braguilha. Era muito forte essa sensação. E ele não conseguira reprimir-se.

Enquanto ela trafegava ao redor das peças de fazendas, botões, ilhóses ele se tocava, se masturbava ali, de encontro ao seu amigo balcão. Perdido em seus anseios.

Foi tanto a vontade que ele abriu a braguilha da calça e segurou firme o seu "meninão" com uma das mãos e depois com as duas mãos. Tocava até as bolas. Tinha momentos que batia rápido, que até a respiração ficava ofegante. Olhos abertos, quase sem piscar.
Estava tomado de desejos inconfessáveis, reprimidos até então...

A doce menina doce pediu a ele que lhe desse a atenção quanto a uma fita para seus cabelos.

Seu Joaquim, a contragosto, teve que guardar o seu desejo e ir ao lado dela atendê-la.
Depois de algumas perguntas, ela escolheu uma das fitas e pediu a ele que desse o laço, colocando a fita ao redor de sua cabeça, prendendo os cabelos. Ele, meio desajeitado assim o fez.

Como ali não tinha espelho ele indicou uma porta fechada por cortina grossa cor de vinho que ficava atrás do balcão.
Ela, rápida e feliz se pôs a caminhar até lá.
Parando em frente a porta, Seu Joaquim ergueu uma das mãos e abriu a cortina para que ela entrasse ao saguão.

Ela entrou e olhou ao redor. Muitas coisas haviam ali que ela não sabia da existência. Sua moradia era bem simples. Nem quadros tinha. Um fogão a lenha, uma mesa e duas cadeiras velhas, duas camas, poucos utensílios faziam sua casa parecer bem pobre diante daquela sala.

Olhou ... olhou... e viu o espelho. Todo emoldurado, a um canto da sala, próximo ao relógio antigo de pêndulo. Acima de um móvel pequeno torneado e finamente envernizado.

Notou as cortinas pesadas nas janelas grandes que mais pareciam as de um teatro, embora nunca tenha ido a um teatro, já vira fotos assim em uma revista na banca do seu João da Gaiola...

Postou-se diante do espelho e sorria... era linda assim, uma doce menina com um olhar reluzente de plena felicidade.

Seu Joaquim sentiu-se novamente desejoso de tocá-la e acariciá-la. Posou as mãos em seus ombros, fazendo com que a blusa se soltasse um pouco dos ombros dela. O que a deixou mais desejável ainda para ele.
Um ombro desnudo, branco, de pele macia, jovem , era tudo de belo...

Suspirou alto...
Ela se virou para ele e o olhou bem dentro dos olhos.

Esse instante ficou marcado.

Ele a acariciou sob o queixo e com o indicador alisou suas bochechas macias, depois os lábios, a ponta das orelhas, os cabelos, a curva do pescoço...

Em cada toque uma sensação para ambos...

Ele, por pensar que não sentiria mais um desejo incontrolável assim e ela por saber que os desejos que sentia podiam ser saciados naquele momento por aquele homem mais velho, mais experiente...

Ela já sabia o que era aquela sensação nos seios, no ventre, a secura na boca, a umidade nos lábios embaixo de sua saia...

Ficou parada diante dele a espera de algo mais. E esse algo veio, foi se instalando e se apoderando do corpo dela.

Seu Joaquim pediu uma licença a ela e se adiantou pela cortina afora e fechou a porta do estabelecimento, pondo o cartaz que dizia "Fechado para almoço", mesmo tendo passado bem mais da hora do almoço propriamente dito.

Retornou para a sala onde estava com a doce menina e a tomou pela cintura, encaminhando-a a outro aposento. Onde tinha uma grande cama de casal, com véu sobre o leito a proteger de pernilongos e muriçocas.

Procurou fechar bem as cortinas para que ninguém os visse ali.

E  buscou sentir a pele macia e sedosa, aveludada e quente daquela meiga menina, jovem e bonita, mas com um corpo apetitoso de mulher em flor.

Tateou seus seios sem soutien, afagou-os com ambas as mãos...

Parou inesperadamente e saiu para o aposento ao lado, retornando logo a seguir com uma peça de vestuário em suas mãos.

Entregou-o a ela dizendo que era do tamanho dela, pois sabia que o vestido foi vendido por ele também, bem recordara da numeração.

Era uma vestimenta em seda vinho, com debruns em negro.

Ela o acariciou com as mãos e depois o levou ao rosto, sentindo junto a sua pele a maciez daquele tecido. Sentiu o aroma de roupa nova...

Seu Joaquim já estava todo afoito em vê-la se despir...

Pediu a ela que logo o vestisse para ver como ficaria nela. E esta assim se pos a fazer.

Tirou uma manga da blusa, abaixando-a bem até cair pelos braços, mostrando logo um dos seios, rijos, roseados, maçã apetitosa.

Ele não resistiu a esse feito e abocanhou-o, juntando à sua boca com as mãos, como se sorvesse a água de um coco verde, sedento que estava.

Ficou minutos assim, e logo fez cair a outra manga da blusa, e abocanhou o outro seio dela que logo respondeu com um eriçamento do bico. Isso o deixou doido de prazer. Sentir o prazer dela em suas mãos e boca. Saber que estava dando desejos a ela também e ele se viu jovem outravez.

Não que ele fosse assim tão velho. Mas, em relação a ela, ele assim se sentira. Não tinha mais que seus 54 anos de idade. Mas há muito houvera se esquecido como era bom apalpar algo tão jovial assim.

Em sua loja mais íam as mulheres de idade avançada. Em busca de linhas para coser, lâs para cachecóis, babados para suas camisolas largas... e essas não lhe dava tanto prazer... Sentia por elas o mesmo que um filho sente por uma mãe... gratidão, carinho, amor fraternal tão somente.

E essa menina trazia agora algo novo a ele. Uma fonte de juventude que houvera perdido.

E ela não se entregava por dinheiro como as prostitutas que ele as vezes trazia ali. Ela estava ali, simplesmente, como mulher. E percebeu os desejos nela tanto os que ele tinha naquele momento.

E assim, pos-se a acariciar aquele corpo. Sentir cada detalhe das dobrinhas macias, dos contornos aveludados, dos lábios rosados...

Ele estava todo aceso... o "meninão" respondendo bem... sem medo algum de falhar...

Sentia ele crescer sob suas calças. Sentia que estava ficando grande e duro, e pode perceber que já estava um tanto melado, embora ainda estivesse contido nos tecidos da calça social que usava.

Quis sentir os lábios da doce menina e os procurou avidamente. E sentiu a língua dela batendo contra seus dentes. E viu que ela também o buscava avidamente. Abriu a boca e deixou que ela enfiasse a língua na boca dele... sorveu aquela língua... alimentando os desejos de ambos.

Suas mãos continuavam o passeio pelo corpo jovem daquela menina.

Ergueu a saia dela, tentando tatear o triângulo junto às pernas dela, pois bem vira o negro triângulo sob a fina transparência da saia, contra o sol, na porta do estabelecimento, enquanto ela sonhava com os tecidos expostos à porta. Notara que ele (o triângulo escuro) mostrava que ela estava sem quaisquer calcinhas ou saiotes, como se viam as prostitutas dali usarem...

E chegou ao ponto...os pelos dela em suas mãos.

"Ahhhhhhhhhhhh...." soltou como se fosse um grande prêmio que se aguardava há muito...

Tateou bem, notando cada detalhe, como se fosse um colecionador verificando uma obra de arte que se deseja adquirir.

E ela permanecia junto a ele, quieta, submissa, de olhos fechados e boca semi-aberta.

Ah, essa boca semi-aberta provocava nele novos delírios... Queria ver essa linda boca sugando o seu "meninão"... e fez menção disso a ela, por gestos e olhares...

Ele abriu a braguilha da calça, retirou-o para fora, rijo, forte, melado...

Ela o olhou....

Seu Joaquim pegou as mãos dela e as colocou nele, em seu membro aprumado, sentindo o calor dessas pequenas mãos ali, onde já tinha se esquecido como eram as mãos femininas... aquele toque diferente do dele. Pois ele, ao final de tantos anos, acabara se acostumando às suas próprias mãos e ao rítmo delas. Agora era algo novo. Sensual demais para um homem na meia idade. E logo fez com que ela se abaixasse até ele e o abocanhasse, gentilmente, sem forçá-la, apenas indicando como era bom esse caminho.

E ela o sorveu delicadamente e com rítmo diverso do que as outras fizeram nele. E isso o enlouquecia demais... Uma explosão de volúpia vinha das entranhas dele. A voz que queria gritar mostrando todo esse calor, essa coisa que mal cabia no peito dele. E ela ali, chupando-o, engolindo-o com seu jeitinho simples de menina doce. Era mágico esse jeito...

Depois ela o lambeu, passando a língua quente e úmida desde trás até a ponta. Seus lábios rosados e muito úmidos, a baba dela caindo pelos beiços, o exaltavam tanto. Se fosse ele morrer, escolheria morrer assim, pensara naquele instante...

Ela o fazia com a maestria de uma jovem donzela se entregando inteira, sem preconceitos ou inibições, como se aquilo tudo fosse o mais que perfeito a se fazer no mundo. Isso o deliciava muito. E não compreendia que poderia existir tal ser, mas ali, diante dele estava esse ser. E ele queria retribuir a altura. E o fez.

Ergueu-a com carinho, a pegou no colo, nua em pelo, e a depositou em sua cama. Ela, assim, desnuda, branca, perfeita, era um sonho...

E ali, sobre os lençóis aromatizados de lavanda ele a beijou, chupou-a de todo os jeitos possíveis e impossíveis, lambeu-a, penetrou-a pela frente e por trás, como ela não se opusera a esses carinhos todos, ele não se constrangeu e a aliciou-a a mais prazeres que duraram uma tarde toda... E ele teve fôlego para tanto. Só parando mesmo quando a noite se manifestara pela escuridão no quarto, quando ambos, adormeceram de tanto prazer e cansaço... As roupas de ambos, soltas pelos chão e móveis... a fina seda vinho que ele a presenteara siquer fora usada... ficara depositada sobre o teclado do piano sem cauda, como a emoldurar um caso de amor...


(negra noite - online no site Recanto das Letras -04/07/2012- 02:30-04:51h)



IMPORTANTE:

Embora todos tenhamos o nosso lado sexual sadio e ativo, isso não quer dizer que a poeta é devassa. A personagem é construída em base de conversas de banheiro feminino, momentos em comum com amigos/amigas/companheiros, que se falam de tudo, sem constrangimento. Peço que ao lerem ou deixarem os comentários nestes textos, percebam isso. Que são formas poéticas de se falar de sexo, somente. Não que a poesia em si é uma porta aberta para comentários maldosos ou Emails de cunho de interesse sexual real/virtual com a poeta.
Peço a gentileza de não utilizar comentários "fortes", embora o texto seja repleto de emoções.
Nos comentários deixados, serão publicados os que trazem contexto de boa avaliação. Seja a favor ou contra.
Com isso evito torná-los tão particulares e que possam desviar a atenção ou causar desconforto a outros leitores  e ao amigo que se expôs.



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Código do texto: T3759486
http://www.recantodasletras.com.br/contoseroticos/3759486

(continua...)

Conto erótico de Negra Noite- UMA DOCE MENINA- o segundo encontro


(Prosseguindo a história iniciada com  o título: Uma doce menina - "A PRIMEIRA VEZ"
http://www.recantodasletras.com.br/contoseroticos/3693660



Como a sonhar, vivia a menina, doce menina...

Após seu primeiro par amoroso, ela mais queria se dar. Sentia nas suas partes baixas uma espécie de tremor que a deixava em torpor.

Vestia-se em leve tecido branco de lírio a blusa, em botões rosas e em luz azulada, com borboletas desenhadas, a saia rodada.

Seus pés descalços bailavam na relva recém orvalhada da manhã.

O olhar doce que observava as nuvens em flocos leves a sobrevoar os céus tinham um quê de algo mais.

Um sorriso pequeno, entre triunfante e envergonhado teimava em elevar os cantos dos lábios rosa-claros.

Colhia, pelos caminhos, flores amarelas e brancas, margaridas angelicais, que a natureza dispusera por ali, a esmo.

Uma vez ou outra brincava com as borboletas que por ela trafegavam, brincalhonas como crianças, entremeando-se com os galhos dos pequenos arbustos violáceos que muravam o caminho.

A doce menina tinha o ar de beleza matutina. Rescendia a camélias e flores silvestres. Os cabelos semi úmidos brincavam em seus ombros, repousando as vezes em suas costas eretas.

Ia à cidade nas lidas do dia.

Trazia em si os olhares, insinuantes dos homens daquele lugar e enciumados das meninas-moças e mulheres maduras, que a viam com um certo receio. Para estas ela era uma real figura que teimava em confrontá-las com sua beleza delicada e jovial. Antevia-se nela a formosura sem par de uma futura dama de companhia. Com suas belas e redondas nádegas que embelezavam a rodada saia e as pernas alvas torneadas.

Os seios, ao respirar, elevavam-se soberbos, como próprios dos donos dos mais belos quintais.

A cintura, fina e elegante, desenhava o encontro suave do abdomem.

A menina ía e vinha, sem saber, isso era certo, que era bem notada.

Alguns a desejavam e, como lobos, até lambiam os beiços, como que estes estivessem açucarados...

Olhos que a prescrutavam por inteira... a desnudavam sem a tocar...

Algumas vezes, um arrepio lhe atiçava a pele. Pensava que era a brisa que por ela passava...

Numa dessas manhãs floridas, entre o nascer do sol e bem antes da ceia do meio dia, enquanto por baixo de uma videira ela passava, o jovem que a tivera em outro dia, ali agora estava.

Tinha o olhar fumegante de desejo. A boca entreaberta com a língua umedecendo os lábios...

Ela, de frente a ele parou...Sorriu e ele a tocou. Primeiro no queixo, deslizando o dedo indicador indo pela garganta e buscando o sulco dos seios dela.

A esse pequeno movimento toda ela já se acelerava.

Havia desejos na menina, embora latentes e primais...

Se pôs quieta a esperar...

O jovem a comia com o olhar enquanto seus dedos passeavam em redor dos seios por cima da blusa. Primeiro alguns dedos faziam assim, esse caminho, depois ambas as mãos, que afoitas envolveram os seios já entumescidos e vibrantes.

A menina suspirava e já se via seus lábios entreabertos em sussurros inertes.

A vendo entregue assim, envolveu-a mais ainda, apertando-a contra si. Esfregando as mãos pelas costas dela, descendo pelas ancas, explorando a bunda macia e carnosa. Elevando-a um pouco do solo e a trazendo bem mais próximo a si até profundamente lançar sua língua por entre os lábios ardentes daquela menina.

As línguas se reconhecendo afoitas, intrépidas, úmidas. O som que saia deles era gutural, intelegível para outros e para eles perfeitamente audíveis.

A esse som se juntava o som da natureza que conspirava para o encontro.

A areia macia, branca do solo, aquecia os pés da menina...

A um instante, já em movimentos bem delineados, os botões da blusa já estavam sendo abertos. Um a um, com vagar...

O olhar dele percorria cada fresta do tecido. Cada pedaço da alva pele que aparecia. Até por fim ver o róseo dos bicos dos seios entumescidos pedintes de carícias mil. E aos quais ele de leve beliscou. Um a um, bem devagar, sem nenhuma pressa.

Aos dois o tempo era mais que amigo- era amante!

Depois que brincou com eles, pousou sua boca e os sugou. A cada sugada perpassava a língua molhada e com o olhar seguia os olhos e boca da menina doce...Bem sabia que o prazer que via nela era real e o estimulava ainda mais.

Foi abaixando-se e a beijando por todo o trajeto entre os seios e as virilhas. Baixando as saias até os pés para em seguida os elevar uma a um e os retirar por entre a abertura da saia.

Beijou os joelhos dela. Sugou-os  levemente. E caminhando com beijos de línguas pelas áreas centrais da coxa alva e firme daquela menina moça, procurava sentir cada pedaço do corpo dela.

Cada textura lhe dava prazer. Desde a pele macia dos seios até os fios enrolados naturais de sua púbis angelical.

Saboreava os contornos externos e internos com primazia de experiente.

Ela se contorcia. Remexia...suspirava dolentemente...

Nesse buscar do prazer, ele a deitou sobre a areia levemente aquecida e abriu o ziper de sua calça jeans e o cinto. Com as mãos retirou seu membro já ereto e babando. Se colocou ao lado da cabeça dela e o depositou sobre os lábios quentes e ao mesmo tempo frescos daquela linda menina meiga. Que, como uma criança, sorveu a ponta como um bebê procura os seios para mamar.

Sem antes siquer ter aprendido isso, naturalmente, como toda a mãe natureza nos ensina, ela o abocanhou com cuidado e esmero.

Ele socou um pouco por entre os dentes dela, sentindo o prazer primordial de macho no cio. Uivou...

Retirou-o e bateu de encontro ao rosto dela. Sentindo cada pulsar...Voltando a depositar por sobre os lábios róseos agora já bem mais avermelhados da menina doce, doce menina...E logo ela o sorveu com apetite de donzela. Lambeu a ponta ofertada e buscando o resto, em vontades não supridas ainda.

Ele a conduzia assim. Sem pressa. Com cuidado. E ela o entendia, sem nada dizer...E ficou nesse vai-e-vem, se contorcendo ambos.

Ela, afundava os calcanhares na areia fofa e branca, dobrava os joelhos, esticava-os, espalmava as mãos contra seus próprios seios... se buscava no prazer que ora se dedicava, sem medo. E ele dirigindo seu membro duro e forte entre os lábios delas, enfiando de encontro à bochecha interna.

Sentindo o calor úmido dessa parte da boca. Pedia em gemidos que ela o sugasse mais forte ainda. Queria todo ele dentro dela até a garganta. E ela o fez, com maestria de principiante nesse assunto. Sorveu profundamente, chegando até a engasgar-se.

A baba caia pelos cantos da boca até.

E antes de ir para o final, ele se colocou por entre as coxas dela e enfiou seu membro naqueles lábios que não sabiam de calcinhas... livres por natureza... úmidos, túrgidos, brilhantes...

Estes lábios sabiam sugar também.

Foi só perceber a pontinha para que de imediato fosse todo ele abduzido pelas paredes estruturais dela.

E ele se movimentou para cima e para baixo. Suas nádegas mostravam bem o movimento muscular. E ela sacolejava-se a cada estocada. Elevava  ainda mais os seios de bicos rosados durinhos. E ele os abocanhava quando chegava mais próximo.

Ora metia as unhas em suas costas, ora soltava gritinhos de mulher afeminada. Ora loba em pele de donzela, ora criança desajeitada.

Isso tudo mexia com ele que a estocava sem parar.

Como em estado febril só via esse buraco e queria tapá-lo a todo custo. E ela fingia deixar, fingia aprovar para logo mais o escancarar um pouco mais...

Num climáx de desejos vorazes, ele mergulhou profundamente nela para ejacular gostosamente em profundos ais.

Cansados, deitaram-se ali a olhar os céus, aguardando seus corpos retornarem ao rítmo adequado... ele com o membro a se deitar por sobre a braguilha, molhado e ela nua ainda com movimentos estranhos, em ondas, por todo o corpo.

Ela chegou ao clímax sem o saber!

negra noite -08/06/2012





Embora todos tenhamos o nosso lado sexual sadio e ativo, isso não quer dizer que a poeta é devassa. A personagem é construída em base de conversas de banheiro feminino, momentos em comum com amigos/amigas/companheiros, que se falam de tudo, sem constrangimento. Peço que ao lerem ou deixarem os comentários nestes textos, percebam isso. Que são formas poéticas de se falar de sexo, somente. Não que a poesia em si é uma porta aberta para comentários maldosos ou Emails de cunho de interesse sexual real/virtual com a poeta.
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(continua...)

Conto Erótico - UMA DOCE MENINA - a primeira vez



ELA TINHA A FACE PORCELANÍDEA QUE SE RUBORIZAVA AOS MENORES DESCUIDOS. UM OLHAR LÂNGUIDO QUE SE ESPARRAMAVA EM SORRISO.

ERA UMA DOCE MENINA. BONEQUINHA DE QUEIXUMES PRINCIPESCOS.

NÃO SE VIA NELA O ESPÍRITO DE MENINA VADIA.

COSTUMAVA FREQUENTAR UM CANTO SOMBRIO ONDE A TARDE PROJETAVA SUA LUZ POR SOBRE O ROSEIRAL REMANESCENTE DE UM QUINTAL ABANDONADO.

DUAS COXAS BEM PRODUZIDAS ENFILEIRAVAM-SE SOBRE O TÊNUE TECIDO DE SUAS VESTES PRIMAIS. MERGULHAVAM-SE DESPROVIDAS DE INTUITO DE SE FAZEREM NOTADAS, ENTRE AS SAIAS DE UM MARINHO ESCURO, BORDEADO DE FLORES AZUIS.

ESSA MENINA, QUE MAIS PARECIA UM QUADRO PINTADO, POR UM ARTISTA ADAMASCADO, NÃO NUTRIA EM SI A PROSA DE UMA DAMA DA CIDADE. AFETA ÀS COISAS MUNDANAS E TRANSITÓRIAS. ELA MAIS QUE QUERIA VIVER SUA PRÓPRIA HISTÓRIA. UMA HISTÓRIA SEM FINAL. POIS BEM SABIA QUE FINAL FELIZ NÃO TERIA.

VEZ OU OUTRA VISITAVA OUTROS QUINTAIS. BUSCAVA DOCES FRUTAS, FLORES VISTOSAS PARA SUA CASA ENFEITAR.

ÍA E VINHA NAS MANHÃS E TARDES QUE AQUIETAM AS CIDADES RURAIS PISANDO LEVE, COM SEUS PÉS DESCALÇOS, EMOLDURADOS POR UNHAS ROSEADAS BEM CORTADAS.

TODOS VIAM AQUELES PÉS COMO DOCES FIGURAS DE MIMOS DE NATAL.

ELA ERA TODA MENINA...

E COMO UMA BOA MENINA, TRANQUILIZAVA-SE NAS RAMAS SECAS DOS VELHOS PARREIRAIS...ONDE SONHAVA E OS SONHOS NÃO CONTAVA.

COMO EM TODA CIDADE, MALDADE HÁ. VELAVAM-SE POR LÁ QUE A TAL MENINA DOCE NÃO EXISTIA DE FATO. ERA SÓ UM FANTASMA QUE POR ALI RONDAVA. É QUE NÃO SE CREEM QUE EXISTA NO MUNDO MENINA COMO ESSA. DE LINGUAJAR SUAVE, SEM PINTURA NA FACE, DE BOCA ROSADA, QUE ANDA NA VIDA DESCALÇA...

VEZES OUTRAS COSTUMAVA SOLTAR-SE EM DANÇAS NÃO ENSAIADAS.

SUAS SAIAS RODEAVAM O AR NO BAILADO A QUE SE ENTREGAVA.

NESSES MOMENTOS BREVES, OLHARES INQUIETOS TRAFEGAVAM ATREVIDOS A ESPIAR POR ENTRE AS PREGAS E SAIOTES O QUE POR BAIXO A DOCE MENINA DOCE USAVA.

UNS ATÉ APOSTAVAM QUE NEM CALCINHA TERIA. ALGUNS DIZIAM QUE DE SEDA E BABADOS ELA SE VESTIA...

O CERTO ERA QUE POR ENTRE SUAS VESTES NOTAVA-SE A VOLÚPIA DA METAMORFOSE. E ESSA METAMORFOSE ERA QUE A DEIXAVA MAIS FORMOSA.

MOÇOILOS DE RUA A QUERIAM. COBIÇAVAM SEUS QUITUTES. CHEIRAVAM SUAS ATITUDES. OS IDOSOS SE RIAM, IMAGINAVAM CENAS INESCRUPULOSAS DIGNAS DE BACANAIS REAIS. E ELA SEGUIA, DISTANTE DO QUE SE PENSAVAM DELA.

EM TODA A HISTÓRIA TEM SEMPRE UM PONTO ONDE O LIMITE ENTRE O SONHO E O REAL SE INTERPÕE NUM LÁPSO DE TEMPO.

AQUI, NESSA HISTÓRIA TAMBÉM ISSO VEIO ACONTECER.

AQUELA MENINA DOCE, TEVE UM DIA INAUGURAL.

ERA UMA TARDE GOSTOSA, NADA DE VENDAVAL. UMAS FOLHAS SECAS E CASTANHAS ROLAVAM PELAS RUAS ACOMPANHADAS DE PERTO PELO SOL DOURADO. ERA FINAL DE TARDE...

NA SOMBRA QUE COBRIA O PARREIRAL UMA FIGURA SE ESCONDIA.

BEM PARECIA QUE NADA FAZIA. ALI, A ESPREITA, COMO UM BOM ANIMAL, NÃO DEIXAVA TRANSPARECER QUE O MOMENTO SE APROXIMAVA. O ATAQUE FINAL!

ENQUANTO A MENINA DOCE PISAVA O CHÃO SALPICADO DE FOLHAS SOLTAS, CAÇANDO SUAS BORBOLETAS SOMENTE PELO PRAZER DE TÊ-LAS ENTRE AS MÃOS, AQUELE MOÇO ALI ACOITADO A PERSEGUIA EM RESPIRAR AFOITO, SOMENTE PELO OLHAR...

QUANDO JÁ ABEIRAVA-SE DESSE LADO ONDE AQUELE ESTAVA, ELA, MENINA FORMOSA, GARBOSA, INOCENTE, SENTIU-SE ABRAÇADA.

NÃO NOTARA QUE A FIGURA QUERIA DELA SE APODERAR.

NÃO LUTOU, POIS BEM PENSOU QUE AQUELE MOÇO FORTE SOMENTE AMOR LHE DARIA.

ELE AVIDAMENTE BUSCOU, COM SUAS MÃOS VOLUMOSAS, OS SEIOS REDONDOS E BEM ACOMODADOS POR SOBRE A FINA CAMADA DE SEDA QUE EM BLUSA SE MOSTRAVA. ELA NÃO USAVA A PEÇA QUE CIRCULA MUITOS SEIOS DE OUTRAS MULHERES, O TÃO CONHECIDO: SOUTIEN. OS SEIOS DELA, LIVRES DE QUAISQUER APERTOS, SE PROJETAVAM ACESOS POR SOB A LEVEZA DA SEDA BRILHOSA DE TECIDO ROSA.

ELA INCLINADA CONTRA O PEITO DELE, DE COSTAS, NÃO IMAGINAVA A QUAIS DESVIOS DE CONDUTA ELE A LEVAVA.

ELA SOMENTE DEIXAVA-SE FICAR ALI ENCOSTADA. SENTINDO COISAS QUE NÃO TERIA SENTIDO OUTRORA, ENTÃO.

COM OS SEIOS SOB AS MÃOS POTENTES DAQUELE JOVEM, LOGO SENTIU EM SEU PESCOÇO O ROÇAR DA BARBA POR FAZER, A LÍNGUA ÚMIDA E PEGAJOSA QUE SE INFILTRAVA ENTRE SUA ORELHA E A DEIXAVA ARREPIADA. OS DEDOS ÁGEIS LOGO TIRARAM EM ABERTO OS DOIS REDONDOS SEIOS, DESNUDOS, VIRGENS, DE BICOS BEM ROSADOS E DESENHADOS COMO UMA CASTA FLOR QUE SE ENTREGA AO SOL DA BELA MANHÃ. ELA SE EMPINARA TODA. MEIO ENVERGONHADA, DESPIDA ASSIM, RUBORIZAVA-SE. NADA ERA COMUM PARA ELA AGORA. SENTIA COISAS QUE NÃO SENTIRA AO BUSCAR BORBOLETAS ESVOAÇANTES. UM QUÊ DE FALTA DE AR... PARECIA-LHE QUE SEUS PÉS VOAVAM POR SOBRE O CHÃO.

E COM VAGAR, SEM PRESSA, FOI-LHE TIRADA TODA A VESTE SUPERIOR, DERRAMANDO-SE AO SOLO ARENOSO DAQUELE DIA QUE PROMETIA GRANDES TRANSFORMAÇÕES NAQUELA MARIPOSA DO DIA.

NUM VAI E VEM SUAVE, ELE ESFREGAVA OS PULSOS SOBRE OS BICOS QUE SE EROTIZAVAM AO TOQUE, PERFEITOS COMO TODA A NATUREZA, SEM SE ATEREM A SE RECOLHEREM, EMBORA ELA AINDA ESTIVESSE CONSTRANGIDA DE TAL ATO QUE ERA SUBMETIDA. DEIXOU SEUS LÁBIOS ENTREABERTOS E QUE FORAM PREENCHIDOS PELOS DEDOS DAQUELE HOMEM, QUE A PENETRAVA COM VAGAR, RECONHECENDO-LHE A LÍNGUA PEQUENA, ENCOBERTA PELOS DENTES ALVOS DE MENINA. PARA LOGO DEPOIS SOBREPOR OS SEUS PRÓPRIOS LÁBIOS. ENGOLINDO-A NOS BEIÇOS ÚMIDOS, FAZENDO COM QUE A MENINA CONHECESSE O BEIJO, AFINAL.

NÃO SATISFEITO, COMO TODO ANIMAL ESFOMEADO, APALPOU-A POR TRÁS E PELA FRENTE. INVANDIU SUAS SAIAS E SAIOTES, LEVANTANDO-OS AO ALTO, SUBINDO E DESCENDO SUAS MÃOS VADIAS PELO VENTRE, VIRILHAS E BUNDA DA DOCE MENINA DOCE. PERCORRIA AS TRILHAS QUE SEUS BRAÇOS PODIAM... SENTIU A TEXTURA MACIA DAQUELA PELA ALVA, IMACULADA PELO TEMPO. NOTOU OS GRELOS MACIOS E BRINCOU COM ELES, ENCARACOLANDO-OS SOB SEUS DEDOS LONGOS POR VÁRIOS SEGUNDOS ANTES DE SE INTROMETER NO CANTO QUENTE ENTRE CADA LÁBIO VAGINAL. ENQUANTO ISSO ELE FAZIA, ELA AINDA DE COSTAS PARA O PEITO DELE, ALGO SE ERGUIA ENTRE OS DOIS E ELA NÃO SABIA O QUE ERA, MAS ENTENDIA QUE DEVIA SER A NATUREZA ESCREVENDO SUA HISTÓRIA NATURAL. ELA COMPREENDIA BEM ESSA HISTÓRIA OBSERVANDO OS ANIMAIS DOS VILAREJOS. OS DOCES CIOS QUE EM DETERMINADOS MESES INVADIA A POPULAÇÃO CANINA, OS CAVALOS, PÁSSAROS... SABIA EM SEU ÂMAGO QUE TERIA QUE SER ASSIM PARA A PRESERVAÇÃO DE UMA ESPÉCIE. ELE ESTAVA TODO MERGULHADO EM SEU TRABALHO ARTESANAL, POIS MEDIA CADA MANEJO EM QUE SUBMETIA SUA PRESA. POR ALGUNS MOMENTOS MOVIMENTOU OS SEUS QUADRIS NUM INDO E VINDO, ENCOSTANDO-SE E SEPARANDO-SE DAQUELA MENINA, DOCE MENINA DOCE. ENSAIANDO SUA DANÇA DA POSSE. E ELA MAIS SE RUBORIZAVA... TALVEZ AGORA NEM TANTO PELA VERGONHA...

NUM DADO INSTANTE, ELE A VIROU PARA SI E A OBSERVOU DETALHADAMENTE. COMO SE UM ARTISTA ESCULTOR TENTASSE PRESERVAR SUA ESTATUETA NA MAIS PROFUNDA MEMÓRIA.

RISCOU COM OS DEDOS MUITOS CAMINHOS NAQUELA PELE MACIA... RODEOU AS LATERAIS DOS SEIOS... DESCEU PELA CINTURA, INVESTIGOU O UMBIGO, ABAIXANDO-SE DEPOSITOU ALI O SEU BEIJO... DESCEU MAIS UM POUCO OS LONGOS DEDOS MASCULINOS E DESENHOU O TRIÂNGULO DA PÚBIS, PERSCRUTOU O SOM DE SUA RESPIRAÇÃO, O RÍTMO QUE O CORAÇÃO DELA BATIA ENQUANTO ELE ASSIM FAZIA. DESCEU COM AMBAS AS MÃOS PELOS QUADRIS, APALPANDO-OS DE ALTO A BAIXO. SEGUROU ENTRE AS MÃOS E O ROSTO AQUELAS COXAS ELEGANTES... AS BEIJOU, UMA POR UMA VÁRIAS VEZES... DEU LEVES MORDIDAS, RECOLHENDO BONS SINAIS DE QUE ESTAVA NO CAMINHO MAIS QUE CERTO.

COMO UM PRÍNCIPE DESCEU PELAS PANTURRILHAS, E AS BEIJOU LONGAMENTE, DESLIZANDO AMBAS AS MÃOS POR TODO O TRAJETO. ACOSTUMANDO-SE COM O CAMINHO QUE QUERIA PERCORRER MUITO MAIS VEZES...

CAIU SOBRE OS PÉS DESCALÇOS COM APALPADELAS E BEIJOS.

NOTOU UM RESPIRAR PROFUNDO DA DOCE MENINA DOCE.

ELA AGORA ESTAVA QUASE TODA ESCULPIDA PELAS MÃOS DAQUELE ARTESÃO. A OBRA ESTAVA QUASE TERMINADA...RESTAVA DESCER OU SUBIR AS SAIAS E CHEGAR À CALCINHA. OPTOU POR SUBIR AS SAIAS DELA.

COM SUAS MÃOS, PELAS LATERAIS, FOI ERGUENDO SUAVEMENTE O TECIDO. A CADA SUBIDA UM BEIJO ENTRE O LIMITE DA BARRA E A PELE MACIA.

SUA BOCA ESTAVA ÁVIDA, ESFOMEADA... MAS ELE SE MANTINHA CONTROLADO. QUERIA DEGUSTAR PARTE POR PARTE DESSA IGUARIA PRESTIMOSA. E ELE SABIA QUE ELA LHE SERVIRIA BONS QUITUTES...

A SAIA FOI LEVANTADA ATÉ A CINTURA DELA. E ELE CRAVEJOU-LHE A PÚBIS COM MUITOS BEIJOS.

O NARIZ TAMBÉM RECONHECIA OS DIVERSOS ODORES. E A CADA BEIJO MAIS RESFOLEGAVA A MENINA DOCE. ELE NOTOU QUE ELA FECHARA OS OLHOS COMO QUE A SENTIR MAIS PROFUNDAMENTE A SENSAÇÃO QUE TUDO ISSO LHE TRAZIA. ELE GOSTOU MUITO DO QUE VIU E SENTIU E RESOLVEU APROFUNDAR-SE NOS CONHECIMENTOS QUE AQUELE CORPO LHE FORNECERIA.

ABRIU OS PEQUENOS, GOSTOSOS E QUENTES LÁBIOS INFERIORES  DELA E METEU SUA BOCA, SORVENDO BEM DE LEVE CADA GOTA DA NATUREZA QUE ELA CEDIA.

NAVEGOU POR MOMENTOS QUE PARECERAM ETERNOS NESSAS ÁGUAS MORNAS, CALMAS AINDA.

ERGUENDO SEUS BRAÇOS, ABRAÇOU TODO O QUADRIL, SEGURANDO FIRME AS NÁDEGAS DELA, APERTANDO-AS FIRMEMENTE E PRENDEU SEU ROSTO INTEIRO DE ENCONTRO AQUELA ZONA PROTEGIDA QUE SUA PUBIS LHE DAVA. SUSPIROU...BEIJOU...SORVEU...LAMBISCOU...ENQUANTO PODIA... E NÃO MAIS PODENDO SE CONTROLAR, ERGUEU-SE, DESVENCILHOU-SE DE SUAS VESTES, ABRAÇOU FORTEMENTE A MENINA DOCE, BEIJANDO-A AVIDAMENTE NO PESCOÇO, SEIOS, BOCA, FACE, ORELHAS...

ABRIU CAMINHO POR ENTRE AS COXAS QUENTES DELA, SENTIU SEU CORPO TODO EROTIZADO, GRUDOU-SE FORTEMENTE A ELA, E A PENETROU... TÃO PROFUNDAMENTE QUE PODIA. UMA, DUAS, TRES VEZES...

RETIROU-SE  E ENTROU MUITAS VEZES DENTRO DELA... E ELA MAIS SE SOLTAVA...

ERA A FÊMEA PERFEITA...

UM ACASALAMENTO FENOMENAL... SEM MÁCULAS... PRÓPRIO DO INSTINTO CARNAL...

A DOCE MENINA DOCE AGORA ERA MULHER!


O APRENDIZADO ESTAVA SÓ INICIANDO...

(negra noite - 29/05/2012 -01:11h)


Embora todos tenhamos o nosso lado sexual sadio e ativo, isso não quer dizer que a poeta é devassa. A personagem é construída em base de conversas de banheiro feminino, momentos em comum com amigos/amigas/companheiros, que se falam de tudo, sem constrangimento. Peço que ao lerem ou deixarem os comentários nestes textos, percebam isso. Que são formas poéticas de se falar de sexo, somente. Não que a poesia em si é uma porta aberta para comentários maldosos ou Emails de cunho de interesse sexual real/virtual com a poeta.

*`•.¸.•´***`•.¸¸.•

Amigos poetas, escritores e afins


Peço a gentileza de não utilizar comentários "fortes", embora o texto seja repleto de emoções.

Nos comentários deixados, serão publicados os que trazem contexto de boa avaliação. Seja a favor ou contra.

Com isso evito torná-los tão particulares e que possam desviar a atenção ou causar desconforto a outros leitores  e ao amigo que se expôs.


(continua...)

segunda-feira

Poesia de Negra Noite- ENTRE LENÇÓIS


ENTRE LENÇÓIS

Somam-se 

entre lençóis 

nossos braços e pernas 

soltos 

ávidos 

se contorcendo de amor.




(negra noite-08/07/2012)

Poesia de Negra Noite - PALAVRAS SUSSURRADAS


PALAVRAS SUSSURRADAS

Em minha nuca
o teu beijo
desejo
de quero mais

Em meus ouvidos
sussurros
noturnos
de algo mais


(negra noite-08/07/2012)


Publicada no Recanto das Letras