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HISTÓRIAS QUE NÃO CONTEI

A AMIGA VIRTUAL


LENE (CARLENEBRASIL) FOI SEMPRE UMA AMIGA VIRTUAL ATÉ O DIA 26 DE MARÇO DE 2012, QUANDO EU A VI PESSOALMENTE.
MARCADO O ENCONTRO EM SÃO PAULO, EU E ELA NOS ENCONTRAMOS.
TANTO EU QUANTO ELA NUNCA NOS TÍNHAMOS VISTAS POR CÂMERA, SOMENTE POR FOTOS. E MESMO ASSIM, SEMPRE DEIXÁVAMOS OS RECADOS E CONFISSÕES SEM TERMOS NENHUM PROBLEMA COM A NOSSA IDENTIDADE PESSOAL.
ELA FOI QUEM INICIOU ESSA AMIZADE.
COM UM DE MEUS POEMAS EM SUAS MÃOS "TANTO FAZ" ELA PROTAGONIZOU O INÍCIO DE NOSSA TRAJETÓRIA NO YOUTUBE.
O POEMA FOI FEITO INICIALMENTE EM "PPS" PARA DIVULGAÇÃO NO ORKUT. DEPOIS, ELA O TRANSFORMOU EM VÍDEO E O LANÇOU NO YOUTUBE EM SEU CANAL (CARLENEBRASIL).
EU ENTÃO, INICIEI O MEU CANAL. MAS, POR POUCO CONHECIMENTO O DEIXEI DE LADO. MAS ELA NÃO ARREFECEU OS ÂNIMOS E COSTUMEIRAMENTE ME CHAMAVA PARA VER OS SEUS VÍDEOS.
SOMENTE DEPOIS DE UM CONFLITO PESSOAL, EMOCIONALMENTE ABALADA, FOI QUE COMECEI A VER O CANAL COM MAIS CARINHO.
E HOJE, MUITOS ANOS APÓS, CONTINUAMOS FIÉIS EM NOSSOS CANAIS. ELA NÃO USA MAIS O ORKUT, PORÉM É COMO SEMPRE ESTIVESSE ALI, COMIGO.
NO DIA 26 - DIA DE NOSSO ENCONTRO REAL- FOI MUITO LINDO. ALMOÇAMOS JUNTAS - EU, ELA E SEU MARIDO E O "PANTERA".
TROCAMOS NOSSOS ENDEREÇOS, ABRAÇOS, IMAGENS, E CARINHO.
O MARIDO, PESSOA QUIETA MAS PRESENTE, NOS BENEFICIOU SE COLOCANDO DE LADO, ESPERANDO QUE TERMINÁSSEMOS TODOS OS NOSSOS ASSUNTOS. SELOU A NOSSA AMIZADE COM UM BEIJO EM MINHA FACE, BEM GOSTOSO, NO MOMENTO DE CONFRATERNIZAÇÃO NO RESTAURANTE, ONDE FICOU REGISTRADO PELA FOTO QUE TIRAMOS.
"PANTERA"- ESSE É O CODINOME DESSA PESSOA, CONHECIDA DA LENE. COM SEU CHAPÉU E SEU JEITO DE SER PARECIA-ME UM PERSONAGEM DE OUTROS TEMPOS. UM SAMBISTA... OU COISA ASSIM... MUITO SIMPLES E BACANA, PARTICIPANDO DE NOSSAS FOTOS...
AGORA, TODOS SOMOS AMIGOS REAIS, VERDADEIROS E SINCEROS.
JÁ ESTÁ MARCADA NOVA DATA PARA NOSSO ENCONTRO: DIA 09/05/2012. ATÉ LÁ MUITO ASSUNTO AINDA TEREMOS ENTRE NÓS.
NOS AGUARDEM, AMIGOS  QUE AINDA SÃO VIRTUAIS...


MILENA MEDEIROS POR ELA MESMA


QUANDO COMECEI

A SER A MILENA MEDEIROS

NÃO SABIA QUE SERIA TÃO VISTA

EM TODA AS PARTES DO MUNDO.


ESCREVIA OS MEUS POEMAS,

AS FRASES E TEXTOS

QUE A MINHA ALMA SABIA

E FAZIA PARA MIM MESMA

MAIS QUE A OUTROS OS VISSEM


O MUNDO ESCOLHEU-ME VER

E O ACESSO AGORA VEM FLUIDIFICAMENTE GRANDE

COMO UMA CORRENTEZA

QUE DEIXA ÀS MARGENS O QUE LEVA NO LEITO


NÃO SINTO-ME IMPORTANTE

MAIS DO QUE QUALQUER SER HUMANO NECESSITE

SINTO-ME GRATA E RESPONSÁVEL

EM ATENDER A MIM E AO PÚBLICO QUE ME ASSISTE


CAMINHO AGORA

EM PASSOS LENTOS

COMO A VELHA ESCRITORA

QUE NÃO VÊ AS HORAS CORREREM


EM UNS DIAS DOU-ME PAUSA

FECHO A HISTÓRIA DE MINHA VIDA

SENTO-ME À VARANDA DE MEUS DIAS

E ASSISTO O MUNDO PASSAR.


EM OUTROS

ABRO-ME, ESCANCARO-ME

DIVIDO DORES DE AMORES.

VISÕES DE ADOLESCÊNCIA


PRIVO-ME DE COMPLICAR

MINHA VIDA

E APRENDO A CONVIVER

COM OPINIÕES


SOU TODA APRENDIZ

DESDE O AMOR,

INATO AO SER, 

TANTO EM VIVÊNCIAS RICAS


DISTRIBUO AFEIÇÕES

CONFORME EU MESMA AS RECEBO

RECOLHO SAUDAÇÕES E INSPIRAÇÕES

PARA O PRÓXIMO CONTO


TODOS OS QUE VEM A MIM

INCERTOS, INSEGUROS, 

TRISTES OU FELIZES

SÃO BEM ACEITOS E AMADOS


SÃO ESSES OS REAIS PERSONAGENS

DOS CONTOS E POEMAS DE MINHA TRAJETÓRIA

NESTE MUNDO TÃO LINDO

E IMENSO QUE É A INTERNET


É COM ELES QUE ME DIVIRTO

ENTRISTEÇO-ME

OU VIAJO

É COM ELES QUE ME FAÇO


CADA UM COM SUA PRÓPRIA HISTÓRIA

CADA UM COM SEU PRÓPRIO ESCRITO

UNS OS PÕE A VISTA

OUTROS OS ESCONDEM NO CORAÇÃO


É ASSIM QUE TRADUZO

A MILENA DAS POESIAS

NÃO MAIS  "SÓ UMA POETISA"

AGORA UMA PERSONAGEM QUE VIVE


VIVE ATRAVÉS DE SUAS ANDANÇAS

DA COMUNHÃO DE VIDAS

DA COMUNICAÇÃO PRECISA

QUE BROTA DE SEUS ESCRITOS


E DOU-ME EM FLORES

EM CORAÇÃO E AMORES

SÓ QUEM TRADUZ-ME

ENTENDE TODOS OS MEUS CAMINHOS


(Milena Medeiros-24/03/2012)

online no blogger



POR QUE TODOS COMEM SALGADINHOS NO ÔNIBUS?






É...
No horário do fim da tarde não dá para se escapar daquele terrível cheiro de cebola no ar - os "benditos" salgadinhos.
Principalmente as moçoilas que estão indo para a faculdade (Facu- como carinhosamente hoje chamam a nossa tão conhecida faculdade).
Talvez não haja tempo para lanchar ou jantar. Então lá se escuta o crac crac crac vindo do passageiro ao lado.
Ainda pior, o cheiro de cebola no ar já tão escasso de um ônibus lotado.
Hoje, ouvindo e sentindo tudo isso, fiquei a pensar no coitado do professor em aula.
Já imaginou se pelo menos 35 de seus alunos comeram o danado do salgadinho com aqueles sabores: bacon, cebola, etc???
O professor não sabe se está dando aula de geologia, português, direito penal ou está em uma cozinha!
Imaginemos se ele está a promover uma prova... Irá, ao final, levar para sua casa não somente um bolo de papel para corrigir e dar notas, mas um "bolo salgadinho"!!! ...(Risos)
E o que será dessas pessoas que durante pelo menos seis dias por semana, às 18 horas, dentro de uma "lotação" seguem comendo os tais "salgadinhos"??? Obesos? Fracos? Viciados em salgadinhos com refri (refrigerante, como alguns chamam)???
Agora, o que será de nós outros passageiros? Angustiados em retornar sãos e salvos para casa, agora com o novo ataque: o terrível cheiro de "salgadinho sabor cebola" no ar, e aquele barulhinho infernal do pacote onde se enfiam os dedos, alguns até a mão (gulosos esses!!) para pegar um a um o "bendito e crocante" salgadinho.
E pasmem! Só param quando viram o saco com os últimos resquícios - aquele pózinho que fica ao final, degustando-o com os olhos fechados!!!
Nossa! Fico até em silêncio diante de tal performance.

Vou contar minha história com um tal desses "benditos salgadinhos"

Marcando o primeiro encontro com um rapaz, a fim de conhecê-lo pessoalmente, entre os primeiros acordes de palavras, gestos e sorrisos, fomos caminhando na tarde gostosa de minha Santo André.

Sentamo-nos no tão conhecido "calçadão" de Santo André.
Mas, acreditem, antes, o camarada passou em uma dessas lojas de conveniência e comprou um pacote desses salgadinhos que falei aí acima e um tubete de batata frita.
Abriu-os ali, na praça, ofereceu-me e eu não quis. Ele comeu tudo.

Tínhamos falado em almoçar juntos... mas será esse o dito almoço?

Bem, pode ser que não tenha dinheiro o suficiente, pensei. Vou deixar passar. Em tempos de pendura, melhor calar do que falar bobagem, né?

Depois disso, continuamos nossa prosa. E o cheiro que ele exalava agora tinha muito de batata e "salgadinho" e nada de perfume gostoso de homem tomado banho.

No primeiro encontro uma pequena, diremos assim, decepção. O príncipe encantado devia estar de folga nesse dia e mandou outro em seu lugar ( risos )...

Em outros encontros sempre pintou um "bendito" salgadinho. Até que não aguentei e lhe disse que ele estava cheirando a isso. Ele disse que tinha escovado os dentes, lavado as mãos... e eu sentia... Devia estar nos poros, esse danado cheiro.

Então digo aos namorados e afins: 
- não comam os "benditos" salgadinhos dois dias antes do encontro!
Bem... só se não desejam a pessoa em questão. Aí sim, vale investir em mais pacotes... Acabam-se a relação sem brigas ( risos ).

19/03/2012-22:00 h- milena medeiros



As histórias que não contei

Vania Vacholz





Agradeço em especial ao meu 
amigo e escritor James Silva, que 
me deu a ideia de escrever estes
contos, agradeço  à poeta Milena 
Medeiros, por ter me cedido o 
título do livro, e, finalmente, não 
poderia deixar de agradecer à 
minha admirável família, por toda a 
força que sempre me deu.

Adquira essa obra:
 em PDF por R$ 7,30 
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A convite de Débora  Malta, hoje, resolvi inscrever-me no Twitter.
Afinal, Milena Medeiros aderiu ao site da moda!
Colocarei frases que eu mesma faço ou os que meus amigos colocam em meus perfis ou através de recados.
Gostaria de mostrar que somos pessoas comuns que sabem colocar algo para o Universo. Não é preciso ser poeta, escritor, artista de renome ou tradicional.
Basta ser a gente mesmo. Falar como falamos no nosso dia a dia.
Estou feliz, namorando com o Twitter hoje!
Milena medeiros -12/06/2011


01/05/2011
As vezes o nosso destino marca algo- uma presença. um amor, uma vida, uma morte, um amigo, um aprendizado.
Ele nos traz e retira. Sem escrúpulo algum.


Eu gostava muito de uma pessoa. Ela ensinou-me a amar muito. A ser diferente...
Eu segui esse novo jeito. Aprendi...
E, depois, a mesma pessoa quis ensinar-me a esquecer. A retornar a ser egoísta, mesquinha, manipuladora.
E eu não sei mais ser assim.
Agora essa pessoa se foi de vez, foi ser mesquinha outra vez.


Sigo só, desta vez nem minha sombra me acompanha.


01/05/2011-15:10 horas- milena medeiros- falando ao mundo
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31/03/2011


Quando vim para Santo André, já estava um ou dois anos sem emprego. Eu procurei ficar um pouco afastada. E vi que gosto de trabalhar. Então, diante de uma oferta encantadora, vim para morar em Santo André. Essa oferta depois de uns meses se tornou muito complicada. Minha amiga quis ir para outra cidade adiante de Campinas. Mas eu queria ficar aqui. Então, já estava há tempos em busca de algum emprego  e o dinheiro não era o bastante. Então, comentei de minha tristeza e de ter que retornar à casa paterna a uma colega de trabalho voluntário. Alguns dias depois esta colega veio com uma outra proposta. De eu residir com ela e uma irmã e outra prima, mesmo eu não podendo ajudar nas despesas. Essa colega se tornou minha grande amiga Cláudia. Hoje casada, com uma linda filha e residindo na cidade de Diadema. Ela ficou muitos meses trazendo a janta e o almoço para mim. Ela, na época, trabalhava na cozinha de um restaurante. Foi isso que ajudou-me a superar os problemas mais facilmente. A alimentação e a ajuda dela. E foi ela quem me presenteou com um emprego. A amiga dela veio me procurar e comecei a trabalhar em Diadema, para onde nos mudamos depois de algum tempo. E lá ela conheceu o marido e ao final casou-se e tornou residência fixa onde era apenas um local provisório.
Nos separamos. Eu voltei para Santo André e por mais um tempo vivi com ajuda de amigos. A Júlia foi essa amiga. Que nos oferece o quarto, a cama, a comida, o banho. E lá, na casa dela, fiquei um grande período. Ela conseguiu uma casa de aluguel para mim, já que eu não tinha fiador, por estar na cidade ha pouco tempo e mal conhecer pessoas que pudessem confiar em mim e oferecer-se para ser um fiador. Fui morar em uma casa de fundos. E ali, com ajuda de mais amigos, também consegui superar mais problemas.
Vi-me desempregada novamente, porque a indústria onde trabalhava começou a cortar seu pessoal devido a alta de juros e consequente diminuição do quadro de funcionários. 
Vi-me novamente buscando anúncios em jornais. Como era difícil o dia de domingo, pois tinha que comprar jornais e ler todos os anúncios de oferecimento de empregos. Era-me doída essa busca. Havia um enorme strees. Segunda-feira, dia de procurar emprego!
Mas, finalmente, mais uma vez, eu estava empregada. Agora em São Paulo, região da 25 de março. Região com enorme tráfego de pessoas (conhecidas como sacoleiras).
Foi aí que acostumei-me com as viagens de trens e ônibus superlotados. As chuvas torrenciais de fim de tarde no verão. O sono pela manhã. O cansaço do fim de noite.
A segurança de saber o que eu queria.
Foi nessa região que fiquei por mais de 5 anos. E somente saí de lá para seguir carreira administrativa no setor público.
E, agora, como funcionária pública há mais de 9 anos, sinto-me bem. 
Tenho o emprego que gosto.
Trabalho como gosto.
Tenho uma certa segurança no que diz respeito ao financeiro.


Foram muitos anos entre tristezas, estress, reencontros, buscas, sucesso.
Desde 1993 percorro meu destino fora de minha cidade natal - Itanhaém!


Viva ser livre!


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10/03/11


Eu cai da escada nesse dia.
Fui fazer uma limpeza----> normal até aí<----- na parede da cozinha.
Peguei aquelas escadas de madeira. A que usam os pedreiros...
Ela tem uns 6 degraus ou mais.
Como não cabia muito em pé, pelo forro da casa ser mais baixo, coloquei mais deitada, junto à parede.
Bem, aí subi.
Lá em cima, estava iniciando a limpeza quando....
puf
Vi-me ao solo, com escada e tudo.
Não vi que havia colocado a escada sobre o tapete da pia.
Conclusão: o meu peso na escada, esta um tanto mais inclinada devido a baixa altura e o tapete- pronto,  o tapete derrapou no solo fazendo quem que a escada descesse e eu cair.
No solo, senti muitas dores.
Levantei-me rapidamente para entender mais o que tinha acontecido.
Analisando-me vi que umas dores foram causadas pelo impacto com a madeira da escada.
Mas nada quebrado.
Um susto.
Poderia ter batido na quina da estante, ou o armário da cozinha ter caído por cima de mim, ao esbarrar nele, ou acontecido outra tragédia maior do que essas dores pelo corpo,


Coisas de uma dona de casa no seu dia a dia...
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24/11/10
Quando vieres
e encontrares
a porta aberta,
entre, não a feche,
deixe que por ela
a paz e o amor
também entrem contigo!

milena medeiros-24/11/2010

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09/01/11
Natal é época que reflete o cotidiano: O nosso cotidiano!
É impossível transformá-lo em sonho, se o nosso cotidiano é um pesadelo.
Eu tinha uma bisavó. Faleceu aos 106 anos. Vivendo sozinha após o falecimento de meu bisavô.
Usava o fogão a lenha, mas logo depois, com mais de 90 anos aprendeu a usar o fogão à gas.
Fazia um arroz espetacular. Coisa que ninguém da família conseguiu igualar-se nesta culinária.
No natal, ela sentava-se à porta de sua casa. de cócoras no chão de madeira tosca. O vestido azul escuro com florzinhas brancas emolduravam seu rosto enrugado e os olhos de um azul profundo.
Ali, sentada, saboreava os seus petiscos favoritos: avelãs e amêndoas. Uma cidra as vezes estava por ali.
Ninguém se incomodava com ela, todos a achavam "velha demais" para participar das festanças (matava-se porco nessa época, para fazer saborosos quitutes de mesa natalina!).
Ali, em sua casa, à luz mortiça de lampiões à querosene, o mundo não passava. Era eterno, como eram seus olhos azuis e sua boca sem dentes. 
Eu, ah, eu... Eu olhava-a de minha casa. Não entendia a solidão dela. O motivo de estar assim isolada. Os pensamentos passavam rápidos em minha cabeça, mas logo o barulho de nozes quebradas à marteladas, no chão do alpendre e a algazarra geral me tomavam de todo. Esquecia-me da bisavó, como todos se esqueciam. 
Hoje, entendo isso. E sinto tanto não ter tido a impetuosidade de criança e pegar em sua mão, trazê-la para a nossa casa, e ali, com ela, saborearmos os deliciosos doces, avelãs, castanhas, cidra, e nozes...

Agora o natal, o natal para mim é muito só. A imagem da minha bisavó se mistura ao de meu pai falecido. Mas este tem sua história também.
Contarei depois.

Milena Medeiros-09/01/2011
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12/02/11

Agora estou hibernando. Quis hibernar desde o ano passado,  mas um contato que depois veio se tornar amigo (marcos machado) fez com que eu protelasse esse modo de ausentar-me da internet e até de mim mesma.
Foi com a doença dele que me vi preocupada tempos atrás. Felizmente agora ele está bem e recolhe os amores em seu jardim. A felicidade está com ele e por ele.
E eu?
Ah, agora saio a procurar um abrigo. Esconder-me do mundo. Não preciso nem dormir, só ficar quieta. 
Acho que preciso renovar a milena medeiros, de algum modo.
Desculpe-me os amigos e contatos que notam a ausência planejada.


Bjuuusss
mii 12/02/2011


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05/03/11

TREVO E LOURO

Digamos que o trevo
da sorte está
um tanto constrangido.
Estou há tempos
procurando o amor
e o amor
anda a minha procura.
Sem ele não vivo - só sobrevivo
ele sem mim vive ao caminho - sem destino.
Sou uma carente
de abraço e afagos
sinto-me envelhecer
sem ter alguém só pra mim.
Disseram-me para crer
no trevo de quatro folhas
fiquei um tempo com ele
e ele desapareceu.
Agora troquei
pela folha de louro
essa dizem-me
que gera meios financeiros.
Se terei dinheiro ou não
só o futuro dirá
mal sem amor
mal sem dinheiro
pobre de afeto
pobre sem vintém.
-essa minha sina?
Agora dou-te o recado:
olhe bem para mim!
(negra noite-05/03/2011 - 03:56 horas)


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